quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

cruzeiro vira pra cima de taboão da serra e segue firme na competição








Júnior supera Taboão da Serra e está na segunda fase da Copa São Paulo

Da Toca II

Henrique Frederico

Sobre um gramado impraticável, o Cruzeiro venceu o Taboão da Serra-SP, por 2 x 1, na tarde desta sexta-feira, no estádio estádio vereador José Ferez, do time da casa. Com o resultado, o time celeste manteve 100% de aproveitamento e encerrou com nove pontos ganhos a primeira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Campeão do grupo A, o Cruzeiro agora espera o adversário das oitavas-de-final, que será o primeiro colocado do grupo B. Barueri, Paraná e São Bento-SP lutam pela classificação.

O técnico Alexandre Grasseli promoveu a volta do zagueiro Wesley à equipe, já que ele não jogou contra o Botafogo-SP, por estar com febre.

Em contrapartida, ele não pode contar com o volante Éber e o lateral-direito Gil. Nos seus lugares entraram Rodrigo e Rhuan, respectivamente.

Como nos dois jogos realizados no estádio vereador José Ferez, em Taboão da Serra, as duas equipes foram prejudicadas pelo gramado ruim e encharcado, por causa das chuvas que castigam o estado de São Paulo.

O jogo

Precisando vencer para tentar a classificação, o Taboão da Serra partiu para cima do Cruzeiro. Antes do primeiro minuto, Wilker teve boa oportunidade. O atacante fez o giro para cima do zagueiro e chutou cruzado, à esquerda de Gabriel Vasconcelos.

Pouco tempo depois, aos seis minutos, o atacante Allan Júnior fez boa jogada na linha de fundo, chegou à linha de fundo e tentou o cruzamento para Élber. O meia, artilheiro do time, com quatro gols, não conseguiu completar a jogada e a bola cruzou toda a área.

Três minutos depois, Allan Júnior aproveitou a falha do goleiro e quase abriu o placar. O camisa 17 pegou o rebote e chutou, mas a zaga paulista tirou em cima da linha.

Aos 11 min, o time paulista chegou novamente com perigo. Após cobrança de falta da esquerda, Wilker ficou com o rebote e acertou a trave de Gabriel Vasconcelos.

Seis minutos depois, após cobrança de escanteio do Taboão da Serra, a zaga do Cruzeiro cortou e Sebá avançou do campo de defesa até a área paulista. O atacante celeste cruzou para Allan Júnior que cabeceou para o meio da área, quando Élber fez o domínio, o árbitro marcou falta do jogador estrelado.

Apesar de o campo estar bastante prejudicado pela chuva, o Cruzeiro seguiu mais ofensivo e aos 21 min, Dudu invadiu a área pela esquerda e chutou para boa defesa do goleiro.

Aos 26 min, o Taboão da Serra abriu o placar com uma cabeçada de Danilo, quando o time celeste estava com um jogador a menos – Deivisson estava fora de campo sendo atendido pelo departamento médico.

O Taboão da Serra se empolgou com o gol e quatro minutos depois quase ampliou o placar. Elivélton foi lançado no meio da zaga, invadiu a área e chutou no canto direito, a meia altura. Gabriel Vasconcelos saltou e fez grande defesa.

Aos 32 min, o Cruzeiro empatou com um belo gol. Dudu fez um lançamento para Sebá na direita. O camisa 9 driblou o zagueiro e bateu no contra-pé do goleiro. Foi o segundo gol do atacante na Copinha.

Pouco tempo depois, aos 35 min o Taboão da Serra teve outra boa oportunidade. Após lançamento em profundidade para Elivélton, Gabriel Vascncelos saiu da área, que tentou cortar, mas a bola ficou com o atacante paulista. Na sequência ele tentou o chute, mas o goleiro celeste conseguiu se recuperar.

Aos 45 min, o Taboão da Serra levou muito perigo em cobrança de escanteio. Danilo bateu fechado na primeira trave e Wilker desviou para o segundo poste, mas ninguém aproveitou.

Na volta para o segundo tempo, as duas equipes não tiveram alterações. A primeira boa chance da segunda etapa foi do Cruzeiro com Allan Júnior que arriscou de fora da área, mas a bola saiu para linha de fundo, depois do desvio da zaga paulista.

Melhor em campo o Cruzeiro quase virou o placar aos dois minutos. Élber fez bela jogada na ponta esquerda, driblou três marcadores e cruzou para a área. Allan Júnior dominou e tentou o chute, mas o zagueiro paulista se jogou na bola e evitou o gol.

Aos 10 min, o Taboão da Serra avançou pela esquerda depois do vacilo de Rodrigo. A bla foi lançada para Souza que chutou cruzado. Gabriel Vasconcelos, bem colocado, caiu para fazer a defesa. Os donos da casa voltaram a incomodar o goleiro celeste aos 24 min, quando ele evitou um gol olímpico.

O time celeste administrava o resultado, mas sem abrir mão do ataque. Tanto que chegou à virada. Aos 40 min, em cobrança de escanteio da esquerda, a bola foi disputada pelo alto e sobrou para Allan Júnior cabecear e fazer 2 x 1.

TABOÃO DA SERRA 1 X 2 CRUZEIRO

Motivo: 3ª rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior
Data: 08/01/2010 (sexta-feira)
Horário: 16 h
Local: estádio vereador José Ferez, em Taboão da Serra
Árbitro: Uelington Rosa Pereira (SP)
Gols: Danilo aos 26 min e Sebá aos 32 min do primeiro tempo; Allan Júnior, aos 40 min do segundo tempo

Taboão da Serra
Fernando; Danilo, Luis, Lauro e Ricardo; Souza, Diego, Bidu e Bruno (Renato); Elivélton (Valmir) e Wilker.
Técnico: Anderson Nóbrega

Cruzeiro
Gabriel Vasconcelos; Rhuan, Wesley (Rafael), Deivisson e Hyago (Gabriel Araújo); Marquinhos, Rodrigo, Élber (Éder) e Dudu; Sebá e Allan Júnior.
Técnico: Alexandre Grasseli

Cartões amarelos: Deivisson e Rhuan (Cruzeiro); Ricardo e Bidu (Taboão da Serra)

Cruzeiro segue entre os 10 primeiros times do Mundo

Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol divulgou o 1º ranking 2010

Barça fecha 2009 na liderança de ranking de clubes da IFFHS; Cruzeiro é 9º


A Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) divulgou nesta quinta-feira o seu mais novo ranking e o Cruzeiro segue como o único clube do Brasil a figurar entre os 10 maiores times do mundo.

Equipe celeste é a única do Brasil entre os 10 melhores no ranking da IFFHS


A Raposa é a nona colocada no primeiro ranking divulgado pela IFFHS na temporada 2010, com 235 pontos. Eleito, em setembro do ano passado, pela mesma federação como o ‘Melhor Clube Brasileiro do Século XX’, o Cruzeiro é o segundo time sul-americano da relação, atrás apenas do Estudiantes de La Plata, campeão da Libertadores 2009 e vice do Mundial. Os argentinos estão em oitavo lugar, com 243 pontos.

O ranking da IFFHS foi criado em 1991 e é reconhecido pela Fifa. O líder é o Barcelona, que conquistou todos os títulos que disputou na temporada 2009 (seis campeonatos), com 341 pontos. Apenas dois outros clubes do Brasil estão listados entre os 30 primeiros: o Grêmio, em 13º lugar (206 pontos), e o Palmeiras, em 25º (181 pontos).

A lista levou em conta o desempenho das equipes entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano passado. No Brasil, a IFFHS avalia a participação dos clubes no Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores da América e Copa Sul-Americana.

Confira os 30 primeiros colocados na 1ª lista de 2010:

1 - Barcelona - Espanha - 341
2 - Chelsea - Inglaterra - 292
3 - Manchester United - Inglaterra - 291
4 - Shakhtar Donetsk - Ucrânia - 275
5 - Werder Bremen - Alemanha - 272
6 - Hamburgo - Alemanha - 264
7 - Arsenal - Inglaterra - 260
8 - Estudiantes - Argentina - 243
9 - Cruzeiro - 235
10 - Galatasaray - Turquia - 219
11 - Roma - Itália - 212
12 - Olympiakos - Grécia - 206,5
13 - Grêmio - Brasil - 206
Internazionale - Itália - 206
15 - Bayern de Munique - Alemanha - 204
16 - Bordeaux - França - 203
17 - Lille - França - 202
18 - Twente - Holanda - 201,5
19 - PSV Eindhoven - Holanda - 192
20 - Lyon - França -190
Valência - Espanha - 190
22 - Fenerbahçe - Turquia - 186
23 - Real Madri - Espanha - 183
Sevilla - Espanha - 183
25 - Palmeiras - Brasil - 181
26 - Athletic Bilbao - Espanha - 180
27 - LDU - Equador - 178
28 - Universidad de Chile - Chile - 177,5
29 - Porto - Portugal - 176
30 - Ajax - Holanda - 174,5
.38. Fluminense (Brasil) 166 pontos.

.50. São Paulo (Brasil) 153 pontos.

.76. Internacional (Brasil) 134 pontos.

.89. Sport (Brasil) 125 pontos.

.90. Corinthians (Brasil) 124 pontos.

Palmeiras tem proposta para levar Kléber


Toninho Cecílio foi à Toca da Raposa com oferta em mãos. Gladiador nunca saiu da pauta do Verdão
Kléber é um antigo sonho do Palmeiras, mas Cruzeiro reluta em liberar

Kléber é um antigo sonho do Palmeiras, mas Cruzeiro reluta em liberar

O gerente de futebol do Palmeiras, Toninho Cecílio, e o empresário do atacante Kléber, Giuseppe Dioguardi, estiveram nesta quinta-feira na Toca da Raposa, em Belo Horizonte. O assunto em pauta: a negociação do Gladiador. A diretoria alviverde ainda alimenta o sonho de recuperar o jogador que brilhou no clube em 2008 e já tem em mãos uma boa proposta financeira para tentar seduzir o time mineiro. A ideia é comprar parte dos direitos do goleador do Cruzeiro.

O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, não esconde de ninguém que sonha em trazer Kléber de volta ainda em seu mandato, que chega ao fim no começo do próximo ano. O atacante nunca saiu da pauta do Alviverde. A tática nos últimos dias foi esfriar os ânimos da torcida palmeirense, mas o dirigente mantém contatos frequentes com Dioguardi.

Belluzzo possui um ótimo relacionamento com o agente do jogador e passou as últimas semanas arquitetando a melhor maneira de tirar o atleta do Cruzeiro.

O atual elenco do Verdão carece de atacantes, especialmente depois que Vágner Love decepcionou dentro de campo. A Traffic, parceira do Palmeiras nos últimos anos, não seria envolvida na negociação, de acordo com a estratégia montada pelo dirigente. O Alviverde tem engatilhada outras fontes de recursos.

A negociação com o time mineiro está apenas no começo e é difícil de ser realizada, segundo o LANCENET! apurou, já que existem outros clubes interessados, como o Flamengo, que vai disputar a Libertadores-2010.

A troca de jogadores também é uma possibilidade que as duas partes negociam. O atacante Vagner Love, por exemplo, poderia ser envolvido como moeda de troca, embora o desejo do atleta seja defender o Rubro-Negro na competição sul-americana.

No fim do ano passado, como o LANCENET! revelou, o Verdão tentou uma troca envolvendo Diego Souza. Mas a Traffic, dona do meia, não aceitou conversar. A Raposa chegou a pedir também Cleiton Xavier, o que a parceira também não topa, nem o Palmeiras.

Kléber se reapresentou nesta semana na Toca da Raposa, para o início da pré-temporada, mas isso não é uma garantia que ele vai continuar. Para permanecer em Belo Horizonte, o camisa 30 deseja um reajuste salarial, já que ainda possui mais quatro anos de contrato. Ele já admitiu que pode deixar o Cruzeiro.

PESSOAL O PALMEIRAS QUER USAR O SALARIO DO WAGNER LOVE CERCA DE 400 MIL REAIS POR MÊS PARA COMPRAR O KLEBER 10MILHOES E 500 MIL EUROS .
será que o palmeiras pensa que o cruzeiro é casas bahia ?
será que em ano de eleição o zezé será tão burro aponto de não contratar ninguém e vender o único craque do time as prestações e logo para o palmeiras ?
eu no lugar dele não faría isso , ou começamos aquí mesmo um pedido de inpichman desse presidente ditador se não tem contratação não tem vendas ta na hora da torcida começar a proteger o patrimonio do cruzeiro .


Cruzeiro revela que recusou proposta do Palmeiras por Kléber


A visita surpresa do gerente de futebol do Palmeiras, Toninho Cecílio, na tarde desta quinta-feira, ao Cruzeiro, teve como objetivo contratar o atacante Kléber. De acordo com a diretoria do clube celeste, no entanto, a proposta palmeirense foi recusada e o Gladiador continua na Toca da Raposa II.

De acordo com nota publicada no site oficial do Cruzeiro, o clube não aceitou uma oferta do Palmeiras pelo atacante Kleber, apresentada na tarde desta quinta-feira, em reunião que além de Toninho Cecílio e do empresário do atacante Giuseppe Dioguardi, teve a participação do dirtetor de futebol celeste, Eduardo Maluf.

Segundo o dirigente do clube mineiro, a única possibilidade de saída de Kléber do Cruzeiro é negociado em definitivo. O time celeste não aceita, empréstimo ou troca pelo atacante, que faz parte dos planos de Adilson Batista para 2010.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

ou ganha tudo ou todo mundo pro olho da rua


amigos cruzeirenses começou o ano o time se reapresentou as mesmas caras as mesmas conversas mais uma chama a atenção vejam a sensatez nas palavras do kleber
" quando cheguei ouvi os comentários tínhamos time para vencer o brasileiro e libertadores deixamos escapar " o ano passado a base foi mantida deixamos escapar uma libertadores e saímos da zona de rebaixamento para uma classificação na pré libertadores , esse ano será o terceiro ano com a mesma comissão técnica com a mesma base o elenco é bom se não ganhar nada então é hora de mudar tudo trocar o time e recomeçar .

Pensando bém o kleber esta correto depois de tres anos com uma base esse é o tira teima ou vai ou racha ou ganha tudo ou todo mundo pro olho da rua começando láaaaa de cima , acho que pensando assim podemos ter um 2010 com menos stres porque a responsabilidade de todos no cruzeiro esse ano tem que ser dobrada eu disse de todos .





Finalmente! Kajuru está de volta


Depois de um período de recesso o meu amigo Jorge Kajuru retornará as telinhas. A partir do dia 18 ele estréia o “Kajuru Sob Controle” na TV Esporte Interativo. Será um programa diário com início às 20h. Tem direito inclusive a reprise dos melhores momentos da semana aos sábados.

Começará também a comentar as partidas dos campeonatos europeus na parceria entre o Esporte Interativo e a TV Gazeta. O início é dia 23.






Muita gente critica o jornalista Kajuru, mas particularmente só tenho elogios a esse grande companheiro. Ele é meio bocudo às vezes? Sim. Coisa que também sou por sinal. Mas nesse país dizer o que pensa, muitas vezes se tratando da mais pura verdade, incomoda os poderosos.

Se o mundo do futebol fosse mais sincero e tivesse menos picaretagem e hipocrisia tenho certeza que espaço ao Kajuru não faltaria. Falta sim faz um comunicador como ele na TV Brasileira.

Bem vindo de volta amigo!!!

Informações de como acompanhar o Kajuru na TV Esporte Interativo é só acessar o site http://esporteinterativo.com.br, ou segui-lo no twitter (@kajuruzinho).

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Cruzeiro vence Botafogo-SP e fica a um empate da vaga



Taboão da Serra (SP)

Em partida marcada pela indisciplina, o Cruzeiro aproveitou suas oportunidades e conseguiu sua segunda vitória no Grupo A da Copa São Paulo de Futebol Junior. Atuando em Taboão da Serra com dois expulsos, o time mineiro venceu o Botafogo-SP por 2 a 1, se aproximando da classificação na competição.

Com o resultado, a Raposa se isola na liderança do Grupo A, com seis pontos. Para garantir a classificação, a equipe precisa apenas empatar com o Taboão da Serra, na última rodada. O Botafogo, por sua vez, é vice-líder com três pontos e precisa de boa atuação contra o São José para avançar como um dos melhores segundo colocados da competição nos índices técnicos.

O confronto começou com temperatura alta no interior paulista. O Cruzeiro precisou de apenas 16 minutos para perder seu primeiro jogador no confronto: Éber fez falta dura em Willian e recebeu o segundo cartão amarelo, sendo expulso. Com um a mais, o Botafogo partiu para cima, mas deixou espaço para os contra-ataques cada vez mais perigosos.

Em um destes, aos 28 minutos, Gil recebeu dentro da área após tabela rápida e, cara a cara com o goleiro, acabou desperdiçando: João Lucas fez grande defesa na finalização. Quatro minutos depois, o Cruzeiro abriu o placar: Sebá passou por dois rivais e tocou Élber, que abriu o placar batendo para o gol na saída do arqueiro do time paulista.

De volta para o segundo tempo, o Botafogo continuou encontrando dificuldades para confirmar a pressão. O gol de empate só saiu em um lance de bola parada. Aos 19 minutos, Gustavo cobrou escanteio pela direita, a bola atravessou a área e sobrou para Caio completar, na segunda trave. A igualdade acirrou ainda mais o jogo e os atletas perderam a cabeça.

Aos 24 minutos, Gil, do Cruzeiro, e Jéferson, do Botafogo, se estranharam após dividida na lateral esquerda do ataque cruzeirense. Ambos discutiram, se empurraram e acabaram expulsos pelo árbitro Marcelo Prieto. A dificuldade aumentou para ambos os lados, mas mesmo assim o Cruzeiro conseguiu balançar as redes mais uma vez para garantir a vitória em Taboão.

Aos 30 minutos, Hyago cruzou da ponta esquerda e Élber se adiantou à zaga para tocar para o fundo das redes. Os minutos finais foram de cansaço e superação por parte dos cruzeirenses, e de desespero dos botafoguenses. Apesar da pressão, a Raposa conseguiu confirmar o resultado positivo, ficando muito próximo da classificação.


CRUZEIRO 2 x 1 BOTAFOGO-SP

Motivo: 2ª rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior
Data: 05/01/2010 (Terça-feira)
Local: estádio vereador José Ferez, em Taboão da Serra
Árbitro: Marcelo Prieto Alfieri (SP)
Gols: Élber aos 32 min do primeiro tempo; Caio aos 19 min e Élber aos 30 min do segundo tempo.

Cruzeiro
Gabriel Vasconcelos; Gil, Deivisson, Rafael Leme e Hyago; Marquinhos, Éber, Éllber (Murinho) e Dudu (Rodrigo); Sebá e Allan Júnior (Fabrício Isidoro).
Técnico: Alexandre Grasseli

Botafogo-SP
João Lucas; Fernando, Geovani, Igor e Luiz Gustavo; Cristiano, Willian (Daniel), Sandro Silva e Álvaro (Jéferson); Wéder (Anthony) e Caio.
Técnico: José Galli Neto

Cartão amarelo: Éber, Allan Júnior e Gil (Cruzeiro); Cristiano e Sandro Silva(Botafogo-SP)
Cartão vermelho: Éber e Gil (Cruzeiro); Jeférson (Botafogo-SP)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Entrevista: Tostão fala das expectativas para o Mineiro 2010










Ex-craque fala sobre favoritismo e analisa situação das equipes para o Estadual

O site do Mineiro 2010 está no ar! E nada melhor que um ícone dar o aval ao projeto e, ainda, falar sobre a disputa desse ano . O ex-craque do Cruzeiro e da Seleção Brasileira, o comentarista Tostão, falou, com exclusividade, sobre a expectativa em torno do próximo Campeonato Estadual.

Ex-jogador de América, Cruzeiro, Vasco e Seleção Brasileira, Tostão se tornou o colunista esportivo mais respeitado do Brasil. Aqui, ele fala das impressões que tem do Campeonato Mineiro. Fala do período em que foi jogador e disputou a mais importante competição de futebol de Minas Gerais.

Confira a entrevista:

Tostão, o que acha que pode acontecer no próximo Campeonato Mineiro?

Os problemas do futebol mineiro, como de qualquer outro estadual, são os mesmos. Apenas os grandes clubes têm condições de formar bons elencos e brigar pelos títulos, infelizmente. Mesmo que as equipes mineiras lutem bastante, quase nunca chegam à decisão. Esse ano é ainda mais difícil, já que Atlético e Cruzeiro têm equipes muito superiores às demais.

Pode ser que o América e o Ipatinga voltem a incomodar, já que têm que fazer um grupo capaz de disputar a Série B do Brasileiro. Mas, mesmo assim, não acredito que a decisão não saia da partida entre Atlético e Cruzeiro.

A única possibilidade é o Cruzeiro largar o Mineiro de lado, já que tem a Taça Libertadores pela frente. Mas, mesmo se disputar com um time reserva, garanto que a equipe chega à final. Só não dá pra colocar reservas contra o Atlético. No Brasileirão, o resultado foi claro.

É muito diferente o Campeonato Mineiro de hoje com o da época em que você jogava, inclusive quando foi artilheiro da competição?

Não era muito diferente. A supremacia era ainda maior, porque o Cruzeiro, quando eu joguei, naquele período de 65 a 70, estava muito bem, era campeão da Taça Brasil. Era um time logo abaixo do Santos, chegou inclusive a ganhar do Santos, e os times do interior, como hoje, eram times semiamadores.

Quando vai começar o Campeonato Estadual, se reúnem, treinam um pouco, arrumam o time e jogam. Quando acaba o Campeonato Mineiro, aqueles que não disputam as séries B e C do Campeonato Brasileiro ficam parados. Ninguém tem notícia do que estão fazendo. Evidente que tem a Taça Minas Gerais, mas, mesmo assim, eles se preparam muito em cima da hora.

Então, naquela época, como agora, a diferença de Atlético e Cruzeiro sobre os outros é muito grande. Era comum, naquela época, o Cruzeiro, em quase todos os jogos, ganhar de cinco, seis. Nós chegamos a ganhar de 10 a 0 ou 10 a 1, não me lembro. Então, era uma diferença muito grande jogar contra um time mais fraco.

Qual é a sua principal lembrança da época em que disputava o Campeonato Mineiro?

A gente jogava no interior, no Mineirão, como hoje. Eu me lembro, por exemplo, de jogos em Sabará, que hoje não tem. Jogávamos na Praia do Ó. Jogávamos em Divinópolis, contra o Guarani, que tinha um bom time. Hoje, o Guarani não está bem. Foi o início do Mineirão. A lembrança é que havia grande entusiasmo. O Mineirão passou a ser a grande atração turística. As pessoas iam não só para ver o jogo, mas também para passear. Vinham famílias do interior. Foi quando a torcida do Cruzeiro cresceu. Aqueles que torciam para os times do futebol paulista passaram a acompanhar o futebol mineiro e passaram a torcer para o Cruzeiro, que tinha um time melhor, dava show e foi campeão do Brasil. Então, o Mineirão estava sempre cheio, era uma festa muito grande. Foi um momento inesquecível da minha carreira. Por causa desse início do Mineirão e por causa do Cruzeiro, eu pude crescer na carreira, virar jogador de Seleção. Foi quando o time ganhou projeções nacionais e mundiais, um time conhecido e elogiado no Brasil todo. Foi o gancho, o início, a arrancada do Cruzeiro, que se tornou definitivamente um dos principais times do Brasil.

Você jogou no Cruzeiro em uma fase muito boa. Contra o Atlético, foram grandes confrontos, pelo Campeonato Mineiro?

Entre 65 e 70, a superioridade do Cruzeiro sobre o Atlético era nítida, era marcante. O Cruzeiro havia virado um dos principais times do Brasil e o Atlético tinha um time bom, mas a diferença era grande.
Nesse período, o Cruzeiro não perdeu para o Atlético, ganhava praticamente todos os jogos. Mas eram jogos difíceis. Mesmo o Cruzeiro tecnicamente sendo muito melhor, não era fácil ganhar, por causa da história do clássico, da rivalidade. Eram grandes clássicos. O Cruzeiro teve grandes vitórias. A que eu mais lembro foi quando o Cruzeiro venceu por 4 a 0.

É possível apontar um favorito ao título do Campeonato Mineiro?

Não. Até seria o Cruzeiro, mas o fato de a equipe disputa a Taça Libertadores pode equilibrar. O Atlético mostrou no Brasileiro que melhorou, mas ainda não é um time totalmente confiável. A diferença de um para outro não tão grande assim.

Só que o Cruzeiro é um time mais pronto. A mesma base joga há três anos, com o mesmo treinador. Luxemburgo chegou agora ao Atlético. Pode ser muito complicado, principalmente porque serão várias contratações, chegar a um entrosamento.

Acho que o Cruzeiro, em um confronto direto com o Atlético, pode levar um pouco de vantagem. Acho que existe favoritismo, mesmo em clássicos, mas não existe tanta diferença assim.

Como chega o Atlético para o Mineiro 2010?

Ainda é uma incógnita. O Atlético tem novo treinador, um treinador vaidoso, que não vem de bons resultados. Acho até que Luxemburgo é um bom técnico, mas não ganha apenas por ser Vanderlei Luxemburgo. É preciso ter jogadores disponíveis, assim como qualquer treinador.

O técnico é apenas um dos elementos que interferem no resultado de uma partida. No Brasileiro, deu para notar que o Galo precisa mesmo de algumas peças, mas não precisa jogar fora todo o trabalho feito por Celso Roth. Com boas e pontuais contratações, o Atlético pode formar uma boa equipe.

E, complementando, acho que o Galo entra, também, para ganhar a Copa do Brasil. Até pelo fato de as melhores equipes estarem na disputa da Taça Libertadores, o Atlético tem condições de chegar ao título em 2010.


Fonte: Globominas.com

domingo, 3 de janeiro de 2010

Feito em cinco anos, Cruzeiro de 2010 custou R$ 18,25 milhões )



Diretoria investiu R$ 9,75 milhões só no time titular



Jorge Gontijo/EM/D.A Press
Cruzeiro e parceiros investiram R$ 5,9 milhões para manter Henrique e Fabrício na Toca


O Cruzeiro sai em vantagem sobre seus concorrentes no próximo ano por ter mantido a sua base, com todos os jogadores que estão nos planos do técnico Adílson Batista, principalmente os titulares. Mas o processo de montagem desse elenco não é recente. Alguns integrantes estão na Toca da Raposa há cinco anos. Eles amadureceram, evoluíram e se uniram a outros que chegaram pouco a pouco. Ao todo, o clube, com a ajuda de parceiros, investiu R$ 18,25 milhões para ter todos esses jogadores juntos em 2010.

O goleiro Fábio e o lateral-direito Jonathan são os mais antigos, com cinco temporadas disputadas. Por outro lado, as caras novas na pré-temporada, a ser iniciada no dia 4, serão o meia-atacante Pedro Ken, vindo do Coritiba, e o atacante Anderson Lessa, oriundo do Náutico.

Dos 30 jogadores que estarão à disposição de Adílson, oito foram formados na base, cinco chegaram envolvidos em trocas e sete vieram sem custos. Outras dez contratações feitas ao longo dos últimos anos exigiram investimento, seja na chegada ou na renovação dos vínculos, como os casos de Fabrício e Henrique.

A soma não leva em conta reajustes salariais e sim a compra de direitos, ainda que tenha sido feita com dinheiro de investidores.

O time considerado titular, composto por Fábio, Jonathan, Gil, Leonardo Silva, Diego Renan, Fabrício, Henrique, Marquinhos Paraná, Gilberto, Kléber e Thiago Ribeiro, custou R$ 9,75 milhões.

Jonathan e Diego Renan foram formados em casa. Fábio, Leonardo Silva e Kléber foram envolvidos em trocas com Vasco, Vitória e Dínamo de Kiev, respectivamente. Marquinhos Paraná e Gilberto chegaram sem custo. Já os investimentos se concentraram em Gil (R$ 650 mil), Fabrício (R$ 3,2 milhões, na renovação), Henrique (2,7 milhões, na renovação) e Thiago Ribeiro (3,2 milhões).

Entre aqueles considerados reservas, o investimento foi de R$ 8,5 milhões: Leo Fortunato (R$ 200 mil), Fernandinho (R$ 600 mil), Elicarlos (R$ 1,4 milhão), Wellington Paulista (R$ 3 milhões), Guerrón (R$ 1,3 milhão) e, por último, Pedro Ken (R$ 2 milhões).

Seis suplentes são oriundos da base, dois foram contratados por meio de trocas e cinco chegaram sem investimento nos direitos.

Reforço é a base mantida

Por ter segurado a base para 2010, o presidente do Cruzeiro diz não ter pressa para contratar alguns reforços pontuais, casos de um armador, um zagueiro e um atacante. “O Cruzeiro não precisa de muita coisa, nós não estamos nem conversando nesses dias sobre reforços. Mas estamos atentos. Se aparecer um grande negócio de um jogador que venha, não para somar, um jogador que venha com condição de assumir a titularidade, nós vamos trazer”, declarou.

Zezé Perrella acha que a base mantida será o diferencial do Cruzeiro em 2010. “Eu acho que o grande reforço desse ano é o fato de que, até esse momento, não ter saído nenhum jogador. Os outros clubes que estão contratando é porque tem necessidade maior de contratação, graças a Deus não é o caso do Cruzeiro”, concluiu o dirigente. (UAI)

A seguir, a condição de chegada dos 30 jogadores do elenco:
ELENCO DE 2010
Posição

Jogador
Goleiros

Fábio - troca
Rafael - base
Flávio - base
Zagueiros

Cláudio Caçapa - sem custos
Thiago Heleno - base
Leo Fortunato - R$ 200 mil
Leonardo Silva - troca
Luizão - sem custos
Gil - R$ 650 mil
Laterais

Jonathan - base
Patric - sem custos
Marcos - base
Diego Renan - base
Fernandinho - R$ 600 mil
Volantes

Fabrício - R$ 3,2 milhões
Marquinhos Paraná - sem custos
Henrique - R$ 2,7 milhões
Fabinho - sem custos
Elicarlos - R$ 1,4 milhão
Meias

Gilberto - sem custos
Pedro Ken - R$ 2 milhões
Leandro Lima - sem custos
Bernardo - base
Atacantes

Kléber - troca
Thiago Ribeiro - R$ 3,2 milhões
Wellington Paulista - R$ 3 milhões
Eliandro - base
Soares - troca
Guerrón - R$ 1,3 milhão
Anderson Lessa - troca



Jorge Gontijo/EM/D.A Press

sábado, 2 de janeiro de 2010

Vai começar a Copa dos empresários Copinha ganha 'ares internacionais' com Eto'o, Tevez, Cabañas e Schumi genéricos




A Copa São Paulo começa hoje, 2 de janeiro de 2010.

É a 41º edição com 92 participantes, um número exagerado com time até da Árabia Saudita.

Várias equipes do Brasil estarão representadas, inclusive os grandes de São Paulo, do Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e de outros estados.

Começa com 92 times e a primeira fase já elimina 60 equipes. Depois tudo vira mata-mata até chegar a final no dia 25 de janeiro, aniversário da Cidade de São Paulo.

A Copa São Paulo já foi mais romântica, mais charmosa e mais reveladora de craques também.

Grandes jogadores da história do futebol brasileiro disputaram a Copa São Paulo, mas hoje não é bem assim.

Muitos clubes não colocam em campo os seus melhores jogadores com medo dos empresários.

Virou, na verdade, uma Copa para os empresários. Tem muito empresário que monta time, ou está por trás da escalação de uma equipe, para ver os seus jogadores numa vitrine famosa.

Famosa, mas decadente. Já foi muito melhor. Era época do futebol quase amador, só não era totalmente amador porque os clubes gastavam na categoria de base formando o atleta e também o homem.

A Copa São Paulo perdeu o seu glamour. Perdeu até o sentido, a sua razão de ser.

Era melhor ter um grande Campeonato Brasileiro sub-17, sub-20, botando a garotada para correr prá valer do que fingir que estamos revelando jogadores numa disputa de apenas alguns dias de duração.

Antigamente a Copa São Paulo servia para abrir o calendário do futebol brasileiro, hoje nem tanto.

É a Copa política, que viaja para várias cidades do Interior matando a vaidade dos prefeitos e Câmara dos Vereadores e ao mesmo tempo faz a festa dos empresários.

Futebol mesmo que é bom nem sempre tem.

Copinha ganha 'ares internacionais' com Eto'o, Tevez, Cabañas e Schumi genéricos


Jovens chamam atenção por terem nomes de craque. Há também os garotos com apelidos engraçados e alcunhas de travarem a língua


Imagine um duelo entre Pelé e Romário, Robinho x Rivaldo ou Tevez contra Eto'o. Não é pelada de fim de ano nem jogo de videogame. Neste sábado começa a maior vitrine do futebol brasileiro: a Copa São Paulo de Futebol Júnior. E, apesar da pouca idade, muitos jovens chamam a atenção por ostentarem nomes de craque.


Entre os 2.300 garotos, divididos por 92 times, há 12 Romários - dois deles no Fortaleza, cinco Robinhos (dois só no Bahia), cinco Deners (versão dupla no Remo), cinco Müllers, quatro Esquerdinhas, dois Rivaldos e um Pelé. Isso sem falar nas "atrações internacionais" como Schumacher (Mogi Mirim e Inter de Limeira), Eto'o (Nacional-AM), Tevez (Santana) e Cabanãs (São Bento).

Jovens com apelidos de ídolos como Tevez, Cabanãs, Eto'o e Schumacher chamam atenção na Copinha

Robson Varela dos Santos, o Robinho Potiguar prefere minimizar a comparação com o xará famoso. Perguntado se tem o atacante do Manchester City como ídolo, o jovem do Bahia desconversa.

- Sou volante, não jogo na frente. Tenho como referência o Willians, do Flamengo - afirmou o jogador, de 18 anos, que está há oito meses no Tricolor baiano e no ano passado disputou a Copinha pelo Cruzeiro.


Rodrigo, filho de Roberto Dinamite, é uma das atrações do Vasco na Copa São Paulo de Futebol Júnior

Outro atrativo da Copa São Paulo de Futebol Júnior são os jogadores com pedigree, como é o caso do atacante Rodrigo Dinamite Marins de Oliveira. Como o próprio nome diz, ele é filho do atual presidente e maior ídolo da história do Vasco.

- Não vai ser fácil evitar as comparações. As pessoas não cansam de repetir que eu tenho que jogar como o meu pai. Vou procurar fazer o meu melhor. Sou o Rodrigo, não o Roberto Dinamite. Também jogo no ataque, mas visto a camisa 18. Acho que puxei a explosão e o chute do meu pai - garantiu o jovem, que está no Gigante da Colina há um ano e meio e vai disputar pela primeira vez a Copa São Paulo de Futebol Júnior.


Filho de Paulo Isidoro é atração do Cruzeiro na Copa São Paulo

Em Belo Horizonte


Entre os jogadores que o Cruzeiro terá na Copa São Paulo de Futebol Júnior, que se inicia neste sábado, está o meia Fabrício Isidoro, de 17 anos, que carrega a responsabilidade de ser filho de Paulo Isidoro, que nas décadas de 70 e 80 se destacou no Atlético-MG, com passagens também por Cruzeiro, Grêmio, Santos e seleção brasileira na Copa do Mundo de 1982.

“Converso muito com o Fabrício, porque a comparação irá sempre existir”, comentou Paulo Isidoro, que acaba de se formar técnico de futebol, mas que há muito tempo possui um escolinha de futebol em Belo Horizonte, onde, inclusive o seu filho começou a atuar.

Fabrício Isidoro disputará sua primeira Copa São Paulo de Futebol Júnior, competição que o pai também já atuou, pelo Atlético-MG, no início da década de 70. “É uma vitrine, tem importância muito grande”, salientou Paulo Isidoro, que era meia-atacante em seus tempos de jogador e aposta que seu filho poderá ajudar o Cruzeiro a fazer uma boa campanha.

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